Joyce deu continuidade à ação, que chegou ao Tribunal Superior de Justiça (Divisão de Chancelaria) em dezembro de 1996. Morrissey e Marr aceitaram no ano anterior que Joyce e Rourke eram sócios, mas se Joyce tinha direito a um quarto dos lucros “decorrentes das atividades (além de composição ou publicação)” dos Smiths permaneceu controverso. O advogado de Joyce, Nigel Davis, disse que Joyce não percebeu que estava recebendo apenas 10% dos lucros até depois da separação da banda.
Joyce deu continuidade à ação, que chegou ao Tribunal Superior de
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